
A Lei Rouanet voltou a ser alvo de críticas depois da divulgação de novos números oficiais. Em 2024, mais de R$ 1,8 bilhão foram aprovados em renúncia fiscal, valor maior que o orçamento de várias áreas essenciais como saneamento em estados do Nordeste.
O modelo, criado nos anos 90 e usado intensamente pelos governos do PT, segue sendo apontado como vitrine de privilégios para artistas consagrados.
Enquanto isso, projetos populares e iniciativas regionais continuam sem acesso aos mesmos recursos, reforçando a percepção de que a Rouanet beneficia uma elite cultural. Parlamentares de oposição têm pressionado por mudanças, defendendo que o dinheiro público seja direcionado a áreas prioritárias como saúde e segurança.
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