Pela primeira vez, o Tribunal de Contas da União aprovou a repactuação do contrato de concessão do Aeroporto de Brasília, determinando uma nova concorrência ainda neste ano. A atual administradora, Inframerica, será obrigada a participar, enquanto a Infraero deixará a sociedade, e o novo leilão terá um lance mínimo de 5,9% da receita bruta da concessão, conforme informações divulgadas pelo G1. O acordo inclui investimentos de aproximadamente R$ 1,2 bilhão e a inclusão de dez aeroportos regionais, obrigando a futura vencedora a investir cerca de R$ 660 milhões nesses terminais do centro-sul do Brasil.
A medida visa transformar o Aeroporto de Brasília em um polo de desenvolvimento regional, com promessas de melhorias, novas vias, edifício-garagem e aquisição de equipamentos de segurança, revelando uma mudança radical na gestão de um dos principais pontos de entrada do país, conforme avalia o novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomet Franca.
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