Reprodução / TV Globo
A audiência pública sobre mototáxis por aplicativo em São Paulo terminou em pancadaria, troca de acusações e até delegacia. O vereador Lucas Pavanato (PL) foi agarrado pelo colarinho pelo presidente do Sindimoto-SP, Gil, após chamá-lo de “pelego” e acusá-lo de ser linha auxiliar do prefeito Ricardo Nunes (MDB), contrário à regulamentação do serviço.
O bate-boca virou agressão física diante de centenas de motociclistas, muitos deles pagos pela empresa 99 para estarem lá: R$ 250 cada um, segundo o Estadão. O clima esquentou ainda mais com a vereadora Keit Lima (PSOL), que chamou o prefeito de “prefeitinho” e foi vaiada. Já Renata Falzoni (PSB), que presidia a sessão, ameaçou retirar manifestantes que reagiam às falas pró-aplicativo.
Em meio à bagunça, PT e PSOL aproveitaram para protocolar mais um projeto de lei sobre o tema, o terceiro na Câmara, que tramita ao lado do texto de Pavanato, que, segundo Nabil Bonduki (PT), “libera geral”.
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