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O debate sobre narcoterrorismo ganhou força após a megaoperação no Rio de Janeiro, que deixou mais de 60 mortos e escancarou a guerra declarada entre o Estado e o Comando Vermelho.
O governador Cláudio Castro (PL) reagiu com firmeza e classificou o confronto como “ato de guerra contra a sociedade”, acusando traficantes de usarem drones e explosivos para atacar forças de segurança. A oposição aproveitou o episódio para pressionar Lula, que tenta se livrar de uma crise política que ele próprio ajudou a acender ao afirmar recentemente que “traficantes muitas vezes são vítimas dos usuários”… uma frase que caiu como bomba entre policiais, governadores e vítimas da violência.
A polêmica cresce num momento em que o governo Lula enfrenta críticas pela omissão na área de segurança e pela recusa em reconhecer o avanço do narcotráfico como uma forma de terrorismo.
Donald Trump, na época, chegou a a propor incluir o Comando Vermelho entre os grupos terroristas internacionais, mas o Planalto rejeitou a ideia. A decisão reforçou a imagem de fraqueza e leniência do governo petista, que prefere culpar “problemas sociais” em vez de enfrentar o crime organizado com a mesma firmeza que seus vizinhos latino-americanos.
O cenário se agrava quando se olha para a Bahia, onde o governador Jerônimo Rodrigues (PT) segue o mesmo roteiro de omissão. Mesmo diante da expansão do Comando Vermelho em Salvador e no interior, Jerônimo evita citar a facção e insiste em discursos vagos sobre “paz e diálogo”.
Enquanto isso, a Bahia segue com os maiores índices de homicídios do Brasil, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e a população vive sob o medo constante de ataques, confrontos e domínio territorial por parte de criminosos que desafiam o Estado à luz do dia.
A narrativa de que o crime é fruto da desigualdade social não convence mais uma população refém de fuzis, explosivos e milícias. Ao se recusar a chamar o problema pelo nome “NARCOTERRORISMO”, Lula e Jerônimo mostram o mesmo sintoma: medo de confrontar o poder paralelo que cresce sob seus narizes.
A eleição de 2026 começa a se desenhar com a segurança pública como pauta principal, e essa bomba política irá explodir no colo daquele que é considerado o pior governador da história da Bahia: Jerônimo Rodrigues.
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