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O mais novo projeto populista da Câmara, encabeçado pelos baianos Otto Alencar (PSD) e Neto Carletto (Avante), é o retrato fiel do intervencionismo que afunda o país: a tentativa de proibir a cobrança por bagagem despachada e marcação de assento. A proposta, que soa como um favor ao povo, na prática é mais um golpe na livre iniciativa e na economia de mercado.
Quando o Estado impõe gratuidade, o custo não desaparece… ele apenas muda de endereço. E, como sempre, quem paga a conta é o consumidor, com passagens mais caras e menos competitividade no setor aéreo.
O texto, aprovado por larga maioria e apoiado por políticos alinhados ao governo Lula e ao desastre econômico do PT na Bahia sob Jerônimo Rodrigues, ignora princípios básicos da economia moderna. A medida destrói qualquer previsibilidade para empresas que operam com margens reduzidas e sufoca a concorrência, afastando companhias internacionais e elevando os custos operacionais.
Ao tentar “proteger” o cidadão, Otto e Carletto mostram que não entendem o que move o progresso: menos Estado e mais liberdade de mercado.
No fim das contas, o projeto não garante direito nenhum e só transforma o consumidor em refém da demagogia política.
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