Divulgação
O mais novo projeto populista da Câmara, encabeçado pelos baianos Otto Alencar (PSD) e Neto Carletto (Avante), é o retrato fiel do intervencionismo que afunda o país: a tentativa de proibir a cobrança por bagagem despachada e marcação de assento. A proposta, que soa como um favor ao povo, na prática é mais um golpe na livre iniciativa e na economia de mercado.
Quando o Estado impõe gratuidade, o custo não desaparece… ele apenas muda de endereço. E, como sempre, quem paga a conta é o consumidor, com passagens mais caras e menos competitividade no setor aéreo.
O texto, aprovado por larga maioria e apoiado por políticos alinhados ao governo Lula e ao desastre econômico do PT na Bahia sob Jerônimo Rodrigues, ignora princípios básicos da economia moderna. A medida destrói qualquer previsibilidade para empresas que operam com margens reduzidas e sufoca a concorrência, afastando companhias internacionais e elevando os custos operacionais.
Ao tentar “proteger” o cidadão, Otto e Carletto mostram que não entendem o que move o progresso: menos Estado e mais liberdade de mercado.
No fim das contas, o projeto não garante direito nenhum e só transforma o consumidor em refém da demagogia política.
O candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou neste sábado (1º), em…
Há vídeos que duram poucos segundos, mas resumem um mandato inteiro. Na minha avaliação, este…
Salvador segue ampliando sua presença no cenário internacional do turismo. A capital baiana registrou crescimento…
Após ultrapassar 18 mil atendimentos na capital baiana, o Viver Salvador nos Bairros chega à…
Moradores de São Cristóvão fecharam trecho da Avenida Paralela e cobraram justiça pela morte de…
O candidato a governador da Bahia ACM Neto (União Brasil) destacou, nesta sexta-feira (31), a…
This website uses cookies.