
A novela da ponte Salvador–Itaparica ganhou mais um capítulo nesta segunda-feira (22), quando o presidente Lula assinou decreto incluindo o projeto no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). O governo fala em prioridade para licenciamento, financiamento e até em apoio do Novo PAC, mas a verdade é que a obra, prometida desde 2009 por Jaques Wagner e reafirmada por Jerônimo Rodrigues, nunca saiu do papel.
A promessa inicial era entregar em 2013. Hoje, 16 anos depois, segue apenas no campo das promessas, enquanto Jerônimo insiste em vender a ideia de que a ponte será realidade antes de 2026.
A concessão prevê pedágio e 35 anos de exploração por um consórcio chinês, mas nem a nova secretaria criada por Jerônimo, a Seponte, convence. O projeto é gigante: 12,4 km de extensão e acessos viários até a Ilha de Itaparica, mas o baiano sabe que o PT virou especialista em iludir.
Se Wagner prometeu, Rui repetiu e Jerônimo reforçou, por que ainda acreditar? O povo cansou de esperar por uma ponte que simboliza mais de uma década de propaganda, lorota e pouca execução.
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