
A Bahia viveu mais um fim de semana marcado por violência, mostrando o quanto o governo Jerônimo Rodrigues perdeu completamente o controle da segurança pública.
Em Amaralina, um homem foi executado com mais de 10 tiros, em plena rua, sem qualquer reação do Estado. Já em Feira de Santana, uma mulher levou um tiro na cabeça durante um ataque no trânsito… cena que virou rotina numa Bahia onde os criminosos ditam as regras.
Para completar, um jovem de 22 anos morreu afogado em Jaguaribe, praia que há anos sofre com falta de estrutura e vigilância.
Enquanto isso, o governo segue repetindo frases prontas, incapaz de enfrentar o problema real: a Bahia lidera o ranking de homicídios no Brasil há sete anos consecutivos, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Esses episódios mostram, mais uma vez, que a vida do baiano está à mercê da própria sorte. O Estado que deveria proteger virou espectador, enquanto “os vagabundos”, como o próprio povo chama, andam com mais liberdade do que qualquer trabalhador.
Em Salvador e no interior, a sensação é a mesma: o cidadão tem medo de sair de casa, dirigir, pegar ônibus ou simplesmente caminhar na praia.
A crise expõe a fraqueza de Jerônimo, que prometeu “virar a página da violência”, mas entregou exatamente o contrário. A cada dia, novas famílias são destruídas e novas histórias somem nas estatísticas que o governo tenta esconder, mas que seguem mostrando a triste realidade da Bahia.
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