
O Samba do São Lázaro, realizado todas as sextas-feiras entre os bairros da Federação e Ondina, em Salvador, tornou-se alvo de críticas e debates nas redes sociais. Muitos moradores reclamam do barulho que se estende pela madrugada e dos congestionamentos na região. Além disso, surgiram relatos de assaltos durante a saída do evento, o que aumentou a preocupação dos frequentadores. Em uma das denúncias, uma frequentadora afirmou ter sido assaltada por três homens, um deles armado com uma faca, enquanto aguardava transporte. “Foi um arrastão! Levaram o celular de pelo menos 10 pessoas”, relatou a vítima.
Em resposta às críticas, o perfil “Te Vi no São Lázaro” defendeu o evento, afirmando que o Samba do São Lázaro é uma iniciativa autônoma e essencial para o sustento de diversas famílias por meio do comércio local, sem apoio estatal.
O comunicado sugere que as reclamações vêm de uma postura elitista, mencionando que o evento é conduzido por pessoas pretas e que a oposição ao samba reflete, de certa forma, questões raciais. “Na periferia, a realidade é outra”, argumentou o perfil, reforçando que o evento mantém um diálogo constante com os moradores das redondezas e que não há problemas com a comunidade local.
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