Segundo informa Jairo Costa Júnior da coluna Satélite, do Correio, o laudo da Polícia Federal nos smartphones aprendidos da ex-chefe do Ministério Público da Bahia, Ediene Lousado, apontam “blindagem” aos acusados de participar do esquema de grilagem e venda de sentenças desarticulado pela Operação Faroeste.
Durante o tempo que esteve à frente do MP, Ediene usou a “sua influência para proteger investigados, vazar informações e atender favores de autoridades, com objetivo de se manter no poder.”
Jairo informa que diálogos obtidos pela Faroeste em 14 de dezembro de 2020 apontam detalhes “pouco conhecidos sobre o escândalo dos respiradores, incluindo a proximidade entre suspeitos e políticos graúdos”.

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