Messi está a uma vitória de alcançar feito inédito na história das Copas do Mundo

Reprodução @AFASeleccionEN

Lionel Messi não precisa marcar, dar assistência ou ser eleito o melhor jogador da final para estabelecer um recorde que nenhum outro capitão alcançou. Basta conduzir a Argentina à vitória sobre a Espanha e levantar novamente a taça usando a braçadeira. Campeão em 2022, o camisa 10 pode se tornar o primeiro jogador da história a comandar uma seleção como capitão em dois títulos consecutivos da Copa do Mundo.

A decisão será disputada no domingo, no estádio de Nova York/Nova Jersey, e será a terceira final mundial da carreira do argentino.

Itália e Brasil já conquistaram Copas em sequência, mas trocaram de capitão entre os títulos. Em 1934, a seleção italiana foi liderada pelo goleiro Gianpiero Combi; quatro anos depois, Giuseppe Meazza usou a braçadeira. O Brasil ganhou em 1958 com Bellini como capitão e repetiu o feito em 1962 sob o comando de Mauro Ramos.

Messi, portanto, não seria apenas mais um bicampeão: seria o primeiro a permanecer como líder oficial da equipe nas duas conquistas consecutivas.




Aos 39 anos, Messi já é recordista de partidas como capitão em Mundiais e chegou à marca de três finais de Copa, depois de 2014, 2022 e 2026. Ele também se tornou o maior artilheiro da história do torneio durante a atual edição. Para completar o feito, porém, não existe fórmula individual: a Argentina precisa superar a favorita Espanha.

Caso consiga, Messi encerrará a competição com uma marca que nem os maiores nomes da história do futebol conquistaram. 







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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