
A Seleção Argentina entra em campo neste sábado (27), às 23h, em Dallas, contra a Jordânia, já classificada como líder do Grupo J da Copa do Mundo de 2026, mas com um tempero que mexe com qualquer torcedor: Lionel Messi pode escrever mais uma página histórica no torneio. O camisa 10, que marcou todos os cinco gols argentinos até aqui, três contra a Argélia e dois contra a Áustria, lidera a artilharia da competição e transformou uma partida de tabela definida em assunto mundial.
A tendência é que Messi comece no banco. O técnico Lionel Scaloni confirmou a decisão ao jornalista argentino Enrique Macaya Márquez, de 91 anos, presente em sua 18ª Copa do Mundo: “Leo va a ir al banco”. A ideia é preservar o craque para o mata-mata, mas os portais argentinos apontam que ele deve ganhar minutos no segundo tempo.
Se marcar contra Jordânia, Messi chegará a sete partidas seguidas balançando as redes em Copas e deixará para trás Jairzinho, campeão com o Brasil em 1970, e Just Fontaine, lenda francesa de 1958, ambos com seis jogos consecutivos marcando.
Aos 39 anos, Messi já soma 18 gols em Copas do Mundo, passou Miroslav Klose e virou o maior artilheiro da história do torneio. Também acumula 28 partidas, 18 vitórias e 26 participações diretas em gols, com 18 bolas na rede e 8 assistências.
Depois da Jordânia, a Argentina já sabe que terá Cabo Verde pela frente nos 16 avos de final, em Miami. Ou seja: a campeã do mundo administra forças, mas quando Messi entra em campo, até jogo “sem peso” vira capítulo de coleção.
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