
A vida dos baianos virou um verdadeiro cenário de medo… e quem deveria administrar a segurança pública, o tal de Jerônimo Rodrigues do PT, desistiu da guerra contra a criminalista.
Na zona rural de Conceição do Coité, dois foram baleados após gincana popular virar palco de tiros na madrugada. Um homem atingido na virilha e uma jovem no ombro; a motivação seria uma briga e o autor segue foragido.
Na mesma semana, documentos revelam que minis-celulares (do tamanho de um dedo), são “armas” nas mãos da facção Comando Vermelho dentro dos presídios da Bahia. A ação funciona como central de comando: em julho foram flagrados aparelhos da marca L8star usados pelos criminosos.
A secretaria que gerencia os presídios, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), é comandada por Geddel Vieira Lima, um ex-presidiário.
E para coroar o caos, um dos “cabeça-cara” do Comando Vermelho da Bahia, oriundo do bairro de Nordeste de Amaralina em Salvador, foi morto em megaoperação no RJ.
Dentro desse vácuo de poder estatal, facções atuam livremente no nosso território.
A consequência desse cenário? Dados oficiais mostram que a Bahia liderou o ranking nacional de homicídios em 2024: foram 4.205 casos, o equivalente a cerca de 12% dos assassinatos do país… com o governo do Jerônimo Rodrigues (PT) no poder.
O resultado é claro: as facções mais violentas encontraram aqui um paraíso de impunidade, o PT governando há duas décadas e Jerônimo Rodrigues considerado por muitos como o pior governador da história da Bahia.
Para quem vive na Bahia, o recado é direto: o Estado recuou, as facções avançaram e o povo transforma-se em alvo. A guerra foi perdida… e quem está pagando o preço somos nós.
(Com informações do Correio e Informe Baiano)
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