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Ministro do STF, Nunes Marques se diz a favor da contagem pública de votos no Brasil e cita “Coisa de Pele” de Jorge Aragão

Arquivo Agência Brasil

O ministro Kássio Nunes Marques, do STF e vice-presidente do TSE, causou repercussão ao participar de uma audiência pública nesta quinta-feira (28) na Câmara dos Deputados. O debate abordou a possibilidade de implantar a contagem pública de votos no Brasil, proposta que ganha força entre grupos de direita e está no centro do projeto de lei 1169/2015.

Durante sua fala, o ministro destacou que o TSE está comprometido em colaborar com o Congresso Nacional por meio de dados e informações que possam embasar a discussão. O ministro do Supremo afirmou que a decisão sobre o tema cabe aos parlamentares, reforçando o papel do Congresso como “a casa do povo”.

Um dos momentos mais comentados da audiência foi quando Nunes Marques citou a música “Coisa de Pele”, de Jorge Aragão, para enfatizar a participação popular: “É o povo quem produz o show e assina a direção”. O trecho foi amplamente compartilhado nas redes sociais, especialmente em grupos de direita no WhatsApp, que interpretaram a fala como um apoio à proposta de contagem física dos votos.

Apesar da repercussão, o ministro deixou claro que o TSE não emitirá opinião sobre o assunto, mas acompanhará as discussões no Legislativo.

A audiência, realizada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), reuniu parlamentares, técnicos em segurança de dados e manifestantes que defendem a contagem pública. Cartazes com mensagens como “Democracia só com contagem pública dos votos” foram exibidos por ativistas, enquanto deputados da oposição e partidos de direita reforçaram a necessidade de implementar medidas para ampliar a transparência do sistema eleitoral.

O projeto de lei, de autoria do deputado Carlos Henrique Gaguim (União-TO), prevê recontagem física de votos em eleições para todos os cargos eletivos no país.

Nunes Marques, representando a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ressaltou que partidos políticos e instituições devem atuar para fortalecer o Estado Democrático de Direito, e reiterou que o papel do TSE será técnico, fornecendo subsídios para a discussão. Segundo ele, a proposta deve ser amplamente debatida para garantir a confiança no sistema eleitoral.

Enquanto isso, o projeto segue ganhando atenção no Congresso, onde enfrenta resistência de alguns setores, mas é visto como uma demanda crescente entre os eleitores de direita.




O debate sobre o “voto apurável” reflete uma polarização política que ganhou força após os últimos pleitos, com a oposição questionando a segurança do sistema eletrônico. A proposta levanta questões sobre a viabilidade de implementar mudanças no modelo atual e os custos envolvidos, mas segue como uma das pautas prioritárias para grupos conservadores.




Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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