
A saída da prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, do Partido dos Trabalhadores após 46 anos ganhou um novo peso nos bastidores políticos da Bahia: além da mudança de sigla, a movimentação é vista como parte de uma estratégia do clã Vieira Lima para fortalecer sua chapa proporcional, utilizando nomes com histórico eleitoral consolidado para ampliar o volume de votos do partido.
Moema já tem encaminhada sua filiação ao MDB, o que pode impactar diretamente a formação da nominata para a disputa à Câmara dos Deputados.
Nos bastidores, a leitura é direta: Moema entra como “puxadora” de votos em uma articulação ligada ao grupo de Geddel Vieira Lima, com o objetivo de elevar o desempenho do partido e viabilizar a eleição de Jayme Vieira Lima, hoje aliado do governo Jerônimo Rodrigues.
Com Ricardo Maia despontando como favorito à primeira vaga do MDB, a aposta do grupo é que o volume de votos de Moema, somado a outros candidatos de menor peso, abra espaço para uma segunda cadeira em Brasília, evidenciando um movimento político calculado dentro da base governista.
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