
A segunda-feira (14) foi um retrato escancarado do colapso da segurança pública na Bahia sob Jerônimo Rodrigues. Em Simões Filho, motoboys fecharam ruas em protesto contra abordagens abusivas durante blitzes. Eles denunciam multas indevidas, perseguição e apreensões que atingem apenas quem trabalha. “Não pegam bandido, focam apenas no trabalhador”, resumiu um dos manifestantes. Um motoboy chegou a ser detido, mas a PM recuou após reação popular.
A revolta se espalhou em quatro pontos da cidade, com objetos incendiados e confronto direto com a polícia que teve que abandonar o local.
Enquanto isso, em Cajazeiras 11, o clima foi de guerra. Traficantes fortemente armados com fuzis e metralhadoras enfrentaram a PM de igual para igual. A população ficou encurralada. “Até quem mora no Vila Verde está escutando. Terror mesmo”, relatou uma moradora. Guarnições foram obrigadas a recuar, e o comércio local, como o Atakarejo, fechou as portas.
A Bahia virou território dominado pela bandidagem, que dita as regras sob o silêncio cúmplice do incompetente Jerônimo Rodrigues.
Na capital, mais caos. No bairro da Engomadeira, moradores protestaram após a morte da jovem Ana Luiza dos Santos Silva, de 19 anos, vítima de bala perdida durante ação policial. O que começou pacificamente virou mais um capítulo de violência quando vândalos atacaram a PM com granadas e fogos. A indignação é generalizada, mas o governo segue inerte, escondido atrás de narrativas vazias e propaganda cara.
A Bahia não é mais um Estado. A Bahia do PT é um campo de batalha onde trabalhador é tratado como criminoso, e bandido age com liberdade.
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