
Enquanto Jerônimo Rodrigues finge que governa, a Bahia continua sendo tomada pelo crime. Em apenas um fim de semana, Salvador e Lauro de Freitas viveram cenas de terror: um jovem de 18 anos foi executado com tiros e os braços amarrados no Pero Vaz. Testemunhas falam em “muitos tiros”, e o corpo ficou estendido no chão, em mais um retrato cruel do abandono da segurança pública.
No mesmo dia, um motociclista por aplicativo levou um tiro logo após finalizar uma corrida na Mata Escura. Os criminosos o interceptaram, fizeram uma pergunta e atiraram friamente. Ninguém foi preso.
No Jockey Clube, em Lauro de Freitas, outro trabalhador teve a moto e os pertences roubados por um bando armado. A cena foi registrada por câmeras de segurança e mostra a frieza dos marginais, que levaram tudo em segundos. Segundo a Polícia, eram seis bandidos em três motos e, até agora, nenhum foi localizado.
A Bahia amarga a liderança em mortes violentas no Brasil por seis anos consecutivos, com 6.586 assassinatos só em 2023, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O povo baiano está à mercê de facções, e o governo do PT finge que está tudo sob controle. Mas a realidade nas ruas é outra. Essa escalada de crimes escancara o fracasso de duas décadas de domínio petista no estado. A violência, antes concentrada, hoje está em todos os bairros. E o pior: o governador segue sem rumo, enquanto o descondenado petista Lula finge que o Brasil vive um paraíso.
O resultado dessa aliança entre incompetência e descaso é o que vemos todos os dias: sangue, medo e impunidade.
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