Compre tráfego para seu site a preços baixos

‘Mulheres no comando, Mulheres no poder’: Empoderamento Feminino Já!

Credito: Rafael Santana/TV Servidor

A discussão pela luta em defesa e garantia da igualdade de direitos e o empoderamento feminino tem sido o objetivo de mulheres de todas as esferas que, com sua força feminina, tem o poder de fazer toda a diferença para militar por essa conquista, ou seja, a necessidade é de cada vez mais ‘Mulheres no comando, Mulheres no poder: Empoderamento Feminino Já!’

A participação ativa das mulheres deve ser em todos os aspectos da vida econômica, social e política. Deve-se substituir o entendimento de que é necessário elaborar políticas para as mulheres, pela atitude de elaborar as iniciativas com elas, promovendo o empoderamento de mulheres parceiras, tomadoras de decisão, líderes e beneficiárias.

Para tanto, se faz necessário a superação da desigualdade de gênero e a incorporação das mulheres em todo o processo de decisão.

As mulheres vêm conquistando alguns avanços, a exemplo da Constituição cidadã de 1988, na qual o constituinte conseguiu regulamentar a isonomia de direitos e deveres entre homens e mulheres. Ainda assim, muitos dos direitos conquistados, na prática, não são aplicados.

Este é um momento de reflexão para que a gente possa avançar ainda mais nas políticas para as mulheres, porque o que vemos hoje é que, infelizmente, tudo ainda é muito devagar em relação as conquistas do sexo feminino.

Por outro lado, é necessário uma maior valorização das profissionais mulheres, pois a independência financeira é uma das ferramentas de empoderamento feminino.

O Brasil tem dado contribuições nas discussões de temas ligados às mulheres. Os debates sobre racismo e desigualdade de gêneros já são pautas frequentes nos últimos anos. Este avanço é reflexo de uma longa trajetória de lutas dos movimentos sociais brasileiros, sobretudo dos movimentos feministas e de mulheres, bem como dos movimentos negros.

Pode-se considerar que é uma mudança no predomínio tradicional dos homens sobre as mulheres, garantindo-lhes a autonomia no que se refere a sexualidade, aos direitos e a participação política. É preciso sensibilizar os homens neste dia 8 de março, que para tornar uma sociedade mais humana e igualitária, precisa respeitar também a questão de gênero.

O poder público e a sociedade civil devem apoiar mais o empoderamento feminino, pois não existe sexo frágil. Devemos incentivá-las para que as mesmas participem no processo de transformação da realidade. A administração pública tem o dever de implantar políticas para as Mulheres.

O empoderamento político das mulheres, tanto nos espaços de tomada de decisão, quanto na elaboração político-legislativa, contribui efetivamente na construção das políticas públicas de gênero. A sociedade brasileira tem consciência da necessidade da ampliação da participação das mulheres nos espaços de poder, e acreditam que só há democracia de fato com a presença de mulheres em locais estratégicos de tomada de decisão. A necessidade é de as mulheres ampliarem a participação nos espaços de poder, com voz para decisões.

As mulheres tem papel fundamental na política de base, através de movimentos sociais, mas falta o protagonismo na política partidária. A defesa dos direitos das mulheres acontece a partir do empoderamento da própria mulher na sua vida pessoal é o primeiro passo para tornar a política mais acessível.

As mulheres consideram-se motivadas. A oportunidade e responsabilidade de se ter uma representação de mulheres nos poderes Executivo, legislativo e Judiciário sempre falou mais alto e muitas delas fazem do preconceito o combustível para conquistar um cargo eletivo econstruir um mandato voltado à defesa dos próprios direitos.

As mulheres precisam ser incentivadas a assumirem o protagonismo de suas vidas para se construir uma política mais inclusiva. Acredito que elas só vai encarar um projeto político a partir do momento em que forem empoderadas e tiverem autonomia dentro da sua casa, na sua família e comunidade.

Se a presença de mulheres na política ou no espaço público é muito pequena, a participação de mulheres negras é mais baixa ainda. Como ter uma sociedade inclusiva, se a participação da mulher, principalmente, da mulher negra já começa desigual?

Cerca de 54% do eleitorado brasileiro é formado por mulheres e isso não se reflete nos espaços institucionais. Quando as mulheres participam da política, em sua maioria já são de uma família tradicional e dão continuidade a esse espaço que já pertence ao seu sobrenome e não são defensoras de uma luta social.

Com algumas mulheres representando apenas os interesses da política tradicional, pautas importantes deixam de ser apresentadas. Mas, a participação de mulheres oriundas de movimentos sociais, que representam segmentos da diversidade, que lutam pela igualdade racial e que efetiva essas lutas através de lei e de debates públicos devem ser uma constante. Assim como também a atuação de mulheres negras na política nas discussões como gênero nas escolas, violência urbana, economia solidária e a inclusão produtiva. Com as mulheres nos espaços de poder teremos outra realidade.

A lei já estabelece a cota de gênero para incentivar a participação da mulher, investimento de parte do fundo partidário nas campanhas femininas. Falta que elas se apropriem disso e que exijam sua aplicação, de verdade.

A representação baixa de mulheres nas esferas de poder tem efeito direto na vida da população feminina. As mulheres precisam entender que ninguém melhor do que elas próprias poderiam estabelecer políticas públicas que influenciem positivamente suas vidas. Somente por meio da política, poderemos desenvolver os ideais da igualdade e do bem-estar social da sociedade.

Nos legislativos em geral, alguns projetos em prol das mulheres deveriam ser colocados mais em pauta para que sua aprovação facilite a vida das mulheres. Sabe por que não passam? Porque não há expressividade na representação feminina.

Elas são 51,4% da população brasileira, mas o poder ainda está quase que por completo em mãos masculinas. Os cargos eletivos e os partidos políticos ainda são dominados por homens.

Desde 1997, a legislação eleitoral determina que as mulheres devem representar 30% do total de candidatos, mas a eficácia da regra é questionada por especialistas por não prever nenhuma sanção aos partidos que não preenchem a cota mínima de mulheres. A lei diz que, nesse caso, as vagas que deveriam ser delas não podem ser ocupadas por homens, mas não garante a presença feminina. Hoje, as instituições públicas não se mobilizam para fortalecer e incentivar a presença das mulheres na política.

As mulheres precisam ser incentivadas para assumirem o protagonismo de suas vidas para se construir uma política mais inclusiva. Elas só vão encarar um projeto político a partir do momento em que forem empoderadas e tiverem autonomia dentro da sua casa, na sua família e comunidade.

Se a presença de mulheres na política ou no espaço público é muito pequena, como algumas das entrevistadas afirmaram na matéria anterior, a participação de mulheres negras é mais baixa ainda. É preciso ampliar essa participação. As mulheres têm ocupado espaços importantes, mas ainda de forma tímida.

Existem vários feminismos. São movimentos diversos. Existem várias vertentes, perspectivas, modos de atuação e é um movimento em aberto. O feminismo milita contra diversas opressões: de gênero, raça e classe social. É preciso militar por todas as mulheres, que é um motivo para seguir lutando. As mulheres devem manter a mobilização, principalmente neste momento de crise política e econômica para evitar retrocessos em direitos sociais. As dificuldades de militar só destacam a importância dos movimentos feministas para que cada vez mais mulheres conquistem espaço nos parlamentos.

A difusão da participação política das mulheres é uma das lutas dos movimentos feministas para que cada vez mais mulheres conquistem espaço nos parlamentos. comenta que o ambiente predominantemente masculino das casas legislativas ainda inibe a participação feminina. As mulheres têm direitos a conquistar e precisam de mais representatividade, já que as mulheres representam mais da metade da população e dividem-se em paridade o mercado de trabalho com os homens. É isso que deve nos motivar as mulheres em lutar pela inserção na política. A democracia só se consolidará quando homens e mulheres dividirem o mesmo espaço de poder. Quando a mulher ingressa na política, muda a mulher. Mas quando muitas mulheres entram para a política, muda a política.

As dificuldades para que a mulher ingresse na vida política começam dentro de casa, pois para ter uma atuação política forte é necessário dedicação total, mas a mulher tem a família, tem as tarefas de cuidado e por isso ela se deixa de fazer presente nos parlamentos. Os homens não estão preparados para as mulheres independentes, pois são criados acreditando que cabe à mulher apenas a missão de servi-los e por isso, quando a mulher busca o protagonismo, se depara com tantas barreiras. A luta é pelo empoderamento da mulher, mas tendo os homens como parceiros inseridos nesse contexto de combate à violência contra o gênero feminino. Elas não querem homens submissos, amedrontados, mas querem homens fortes para que possam andar de mãos dadas, construindo uma sociedade cada vez melhor. O empoderamento das mulheres deve ser uma luta também dos homens pra que elas participem também da formação das decisões públicas.

Outro ponto importante nessa construção é a participação da mulher na política partidária e institucional. Antes, elas entravam na política porque eram parentes de homens que já estavam historicamente na política. Hoje, diminuiu o número de mulheres, mas aumentou a qualidade. Agora, as mulheres entram na política com interesses próprios. Têm maior necessidade de participarem das instâncias de poder.

Ao considerar a importância da participação da mulher em todo processo da sociedade civil, a exemplo da política e do mercado de trabalho disse que essa iniciativa gera o fortalecimento do gênero feminino. As mulheres devem lutar de forma incansável em defesa pela participação em todos os espaços da sociedade, colocando a necessidade de inserção das mulheres na política.

É fundamental a participação das mulheres na construção de um País melhor, de um Brasil melhor e de uma sociedade melhor. A mulher tem a sensibilidade e o conhecimento para se aprofundar em todas as temáticas da sociedade. Por isso que é fundamental a participação feminina nos espaços de poder e de decisão.

A participação e a figura da mulher na política precisam ser fortalecidas e pra isso as mulheres precisam lutar, fazendo um trabalho de empoderamento e de participação nos espaços políticos para a afirmação das próprias mulheres primeiramente dentro da categoria e depois nos principais espaços de poder.

As dificuldades para que a mulher ingresse na vida política começam dentro de casa, pois para ter uma atuação política forte é necessário dedicação total, mas a mulher tem a família, tem as tarefas de cuidado e por isso ela se deixa de fazer presente nos parlamentos. A professora afirma que os homens não estão preparados para as mulheres independentes, pois são criados acreditando que cabe à mulher apenas a missão de servi-los e por isso, quando a mulher busca o protagonismo, se depara com tantas barreiras.

A falta de paridade é evidente nos Poderes, especialmente no Legislativo e Executivo. É preciso ampliar essa participação em que mulheres já têm ocupado espaços importantes, mas ainda de forma tímida.

A importância da participação da mulher em todo processo da sociedade civil, a exemplo da política e do mercado de trabalho disse que essa iniciativa gera o fortalecimento do gênero feminino. As mulheres devem se engajar nesta defesa pela participação em todos os espaços da sociedade, colocando em destaque a inserção das mulheres na política.

É fundamental a participação das mulheres na construção de um País melhor, de um Brasil melhor e de uma sociedade melhor. A gente sabe que a mulher com a sua sensibilidade e o seu conhecimento, a cada dia estudando, se aprofundando em todas as temáticas da sociedade, então é fundamental nossa participação.

Uma das conquistas alcançadas pelas brasileiras foi quando ganharam o direito de votar nas eleições nacionais. Em 2012 completou 80 anos em que a mulher conquistou seu espaço na política.

A luta feminina e histórica fez com que mulheres se mobilizassem pelo direito ao voto. Com o voto feminino, a mulher conseguiu extrapolar possibilidades que antes eram vistas como inalcançáveis. As mulheres precisam provar provamos ser capazes de combinar virtudes como força e sensibilidade na gestão de suas vidas e do país.

As mulheres são multifacetadas, tem a face da mulher como cidadã, como dona de casa, mãe, profissional. É muito fácil todos os anos falar das questões da mulher, mas tem mulheres que não buscam a verdadeira mudança que almejam. Elas cuidam da educação dos nossos filhos, integram o mercado de trabalho, são chefes de família, fazem política e, ainda, lutam pelo fim da violência contra elas.

A defesa dos direitos das mulheres acontece a partir do empoderamento da mulher na sua vida pessoal é o primeiro passo para tornar a política mais acessível. Propostas sobre direitos da mulher estão em pauta na Câmara nesta semana. Ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias; violência contra a mulher e mercado de trabalho são algumas das matérias consideradas prioritárias. As mulheres devem buscar o empoderamento pra conhecer os seus direitos, muitos dos quais sempre negados.

O ambiente predominantemente masculino das casas legislativas ainda inibe a participação feminina. As mulheres têm direitos a conquistar e precisam de mais representatividade, já que elas são mais da metade da população e dividem em paridade o mercado de trabalho com os homens. É isso que motiva a luta delas inserção na política. A democracia só se consolidará quando homens e mulheres dividirem o mesmo espaço de poder. Quando a mulher ingressa na política, muda a mulher. Mas quando muitas mulheres entram para a política, muda a política.

Há anos, as mulheres brasileiras tentam conquistar espaço, ter maior participação na política e igualdade de condições no mercado de trabalho. A década de 90 foi considerada favorável às mulheres em relação à participação política no mundo. Houve um aumento no percentual de presença feminina nos cargos políticos, mas ainda é preciso avançar nesse quesito.

A participação ativa das mulheres e o seu empoderamento deve mser promovidas em todos os aspectos da vida econômica, social e política comoo desafios femininos. Deve-se evitar o entendimento de que é necessário elaborar políticas para as mulheres, substituindo-o pela atitude de elaborá-las com elas, promovendo o seu empoderamento., inclusive, o empoderamento profissional e financeiro.

O poder público e a sociedade civil devem apoiar mais o empoderamento feminino. devem reconhecer que, na arte de empreender, não existe sexo frágil. Devem incentivá-las para que as mesmas participem no processo de transformação da realidade por meio dos negócios. A administração pública tem o dever de implantar políticas para permitir que mulheres façam a diferença, especialmente, na vida profissional e do trabalho.

No campo profissional e do trabalho, as mulheres enfrentam maiores dificuldades que os homens na inserção no mercado de trabalho, o que fica evidenciado ao analisarmos a remuneração que percebem, a falta de oportunidade, a qualidade de suas ocupações e os índices de desemprego que enfrentam. defende uma maior valorização das profissionais mulheres, pois a independência financeira é uma das ferramentas de empoderamento feminino.

A luta das mulheres ao longo da história, onde o que prevalece é a cultura machista, o patriarcado e a desvalorização do trabalho das mulheres. Os saberes delas não são valorizados. Elas são educadas, o tempo todo, para apagar nossa história e aceitar uma cultura machista. As mulheres tem um importante papel de tentar mudar essa realidade.

A Educação é uma ferramenta essencial na busca de transformações para o mundo para a formação de mulheres em questões como sexualidade, política, gênero e violência.

Os direitos das mulheres conquistados até hoje só foram possíveis através de muita luta. Hoje, as mulheres lutam para não perder o que já adquirimos. É preciso construir uma educação que não as diferencie e que não as discrimine.

A Prática educativa dentro das escolas para promoção da igualdade e o combate ao preconceito de gêneros, principalmente entre as meninas, é um grande desafio da educação e uma das alternativas para romper o preconceito.

A sociedade tem que estar aberta para a desconstrução dos preconceitos em sala de aula com base em temas como saúde, sexualidade, políticas públicas, enfrentamento da violência, identidade de gênero e autonomia do corpo, entre outros assuntos que destacam os direitos das mulheres.

A sociedade precisa enfrentar os atos de violência física e moral sofridos por estas mulheres, desde a agressão verbal, emocional, até a agressões físicas e assédio sexual que soma-se a gravidade do alto índice de estupros e crimes cometidos contra as mulheres pelos próprios parceiros. As mulheres têm que entender que o assédio sexual não é um problema individual, mas coletivo. Quando elas entendem isso a luta em combate, defesa e proteção contra esse tipo de violência ganha força.

Medidas voltadas a redução das desigualdades de gênero e à efetiva proteção devem ser adotadas. Para iss, destaca-se a forte atuação dos instrumentos de defesa e das delegacias de proteção da mulher.

O empoderamento e o fortalecimento das mulheres e a criação de instrumentos de defesa contribuem para a eliminação e a prevenção e combate de todas as formas de violência contra a mulher, principalmente, a violência doméstica e o machismo nos lares. É necessário avançar mais nas políticas para as mulheres, porque o que vemos hoje é que, infelizmente, tudo ainda é muito devagar em relação as conquistas do sexo feminino. Só para ter ideia, há apenas 83 anos a gente conseguiu direito de votar. Então, nós estamos caminhando ainda a passos lentos.

O Brasil é formado por 51% de mulheres e 49% de homens e na Constituição diz que somos todos iguais, porém a mulher ainda é assassinada, agredida e violentada pelo seu companheiro, teve direito a voto há poucos anos. Hoje, não precisa mais se casar para proteger os bens da família, mas mesmo assim ainda tem os menores salários, ganha em média 30% menos que os homens, têm menos oportunidade de alcançar cargos mais altos nas empresas, apesar de ter mais escolaridade. São a maioria das chefes de família e têm toda a responsabilidade com o cuidado com a casa, os filhos e os idosos. É necessário lutar e defender o respeito e a valorização da mulher e fazer com que o poder público seja o primeiro a colocar em prática a lei, e de fato a mulher seja tratada e vista como parte integrante da sociedade.

Há anos as mulheres brasileiras tentam conquistar espaço, ter maior participação na política e igualdade de condições no mercado de trabalho. A década de 90 foi considerada favorável às mulheres em relação à participação política no mundo. Houve um aumento no percentual de presença feminina nos cargos políticos, mas ainda é preciso avançar nesse quesito.

A luta é pelo empoderamento da mulher, mas tendo os homens como parceiros inseridos nesse contexto de combate à violência contra o gênero feminino. Não queremos homens submissos, amedrontados. Queremo-los fortes para que possamos andar de mãos dadas, construindo uma sociedade cada vez melhor. As mulheres já tem muito o que comemorar, mas ainda há muito por fazer. Sensibilidade, firmeza e muita luta por um Brasil com mais justiça social.

Rafael Santana

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

Leia também!

Cenário eleitoral na Bahia ganha novos capítulos com especulações sobre vice de ACM Neto

O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), avalia a possibilidade de compor …

Compre tráfego para seu site