Eleito prefeito no município de Cocos, município que faz divisa com Goiás e Minas Gerais, em 2020 pelo PL, Marcelo Emerciano confessou, em entrevista ao Bahia Notícias, sua saída do partido de pseudo-direita, PL para desembarcar no PT. Doutor Marcel nega ter sido “bolsonarista” já que ele filiou à sigla antes. “Ele [Bolsonaro] entrou depois de mim, né? Quando ele entrou, eu já estava, e eu não apoio ele. Então ele chegou, e eu estou de saída”, frisou.
Emerenciando foi fundamental na região quando Jaques Wagner foi governador, entre 2007 e 2014.

Para o alcaide não existe relação entre o agronegócio baiano e o “bolsonarismo”, muito menos a pseudo-direita defendida pelo insignificante João Roma.
“Eu tenho muita ligação com todos eles do agro. Temos uma boa relação, cada um se respeita, eles são produtores, eu sou político e a gente vive as nossas vidas. Eles hoje precisam do governo federal, precisam do governo do estado e vice-versa, porque o governo do estado precisa manter essas cadeias produtivas alinhadas. Eu me coloco para fazer essa ponte”.
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