Informações do Diário do Poder apontam que Vinícius Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União irá avaliar a possibilidade de uma comissão que irá colocar grande maioria dos gastos do cartão corporativo do Lula sob sigilo. A medida, que foi duramente criticada pelo lulopetismo na campanha de 2022, está sendo debatida com a nova equipe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Durante apresentação da nova equipe da CGU, Carvalho apontou que se irão recomendar que “o sigilo caia” e logo na sequencia deu a entender que nem todos os gastos do cartão corporativo do Lula “serão divulgados.”
“Existe uma legislação específica que diz respeito ao cartão corporativo e que identifica situações em que dados do cartão têm que se manter sigilosos enquanto há vigência da presidência por segurança do presidente. Vou dar um exemplo hipotético. (…) Tem uma justificativa de interesse público, de segurança nacional, ser resguardado, por exemplo, onde são feitas as compras de alimentação do presidente da República. E eventualmente esse lugar é o mesmo lugar que se continua fazendo independente de mudança do presidente. Essa informação que é de segurança nacional, por exemplo. Não importa a duração do mandato. A gente tem que separar essas situações. A questão do cartão corporativo, a gente tem que dialogar com o GSI”.

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