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“Nós médicos estamos pagando um preço muito alto pela política de saúde retrógrada implantada pelo Partido dos Trabalhadores durante esses 13 anos de governo do PT”, diz Heraldo Rocha

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No dia 18 de outubro, dia dedicado aos profissionais de medicina, o presidente do DEM em Salvador, Heraldo Rocha, que é também médico de carreira e um ferrenho defensor da classe médica e da saúde pública, considera que este é um dia especial para discutir a crise do Único de Saúde (SUS) no país que o democrata classifica como “gravíssima”. Na fala do democrata, sobraram críticas para os anos de governo federal e para a gestão estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) em relação à saúde pública.

“Um dia difícil, porque nós médicos estamos pagando um preço muito alto pela política implantada pelo Partido dos Trabalhadores durante esses 13 anos de governo do PT, os 8 anos do presidente Lula e mais 4 anos do governo Dilma. São 13 anos de uma política de saúde totalmente retrógrada, terceirizando e quateirizando a saúde. O médico vem sendo criminalizado quando ele não tem estrutura para trabalhar”, critica.

Ao mencionar um levantamento recentemente feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que aponta uma redução drástica de leitos no Brasil, o médico reforça a tese ao dizer que não há atenção básica de saúde. “A rede pública de saúde está totalmente sucateada na Bahia e no Brasil. O quadro é realmente preocupante. Em municípios de ponta, como em Vitória da Conquista e Feira de Santana, a rede pública estadual não atende as exigências do momento”, relata. Ele conta que no mesmo levantamento, o CFM mostrou recentemente dados alarmantes na Bahia onde estavam previstas 1.481 unidades básicas de saúde de 2010 à 2015, mas foram concluídas somente 364; as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) com 46 unidades previstas, foram concluídas apenas 7 unidades.

Avanços na Saúde em Salvador

Sobre o quadro da saúde pública em Salvador, o médico democrata fez questão de destacar que o prefeito ACM Neto priorizou os investimentos e avanços no setor na capital baiana, não apenas na atenção básica de saúde, como na recuperação e construção de novas unidades:  construiu nove Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s), o que antes Salvador tinha somente uma UPA. Sobre os postos de saúde degradados, o prefeito ACM Neto recuperou 41 novos postos. A cobertura do Programa de Saúde da Família (PSF) que estava em 13,3% saltou para 29,3% , o que corresponde a um aumento de 20%. Na atenção básica de saúde que era de 18,6%  passou para 44,2%;  Dos 3.759 profissionais de saúde contratados pela prefeitura, destes, foram 692 médicos admitidos. O número de consultas era de 1,3 milhão e pulou para 38 milhões de consultas, um ampliação que corresponde a 2.800%. E agora, a construção do Hospital Municipal em Cajazeiras, que “é um marco histórico na saúde de Salvador”. “Eu acho que essa é a melhor resposta para os 74% dos votos conquistados por ACM Neto que o consagrou a reeleição”, define Heraldo.

Rafael Santana/Foto: Reprodução/Blog Olho Aberto Paraná

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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