
A gestão de ACM Neto deixou marcas concretas em Salvador que ninguém consegue apagar: obras estruturantes entregues, equipamentos funcionando e transformação urbana visível. Entre os principais símbolos está o novo Centro de Convenções de Salvador, construído pela prefeitura após o antigo equipamento, sob responsabilidade dos petistas Jaques Wagner – Rui Costa – Jerônimo Rodrigues, entrar em colapso e ser demolido depois de abandono e problemas estruturais.
O antigo Centro, inclusive, foi interditado e acabou desativado após falhas graves de manutenção e até desabamento parcial, evidenciando o descaso do poder público estadual da época .
Enquanto isso, o governo de Jerônimo Rodrigues acumula promessas de campanha que seguem longe de se concretizar. A principal delas, a Ponte Salvador–Itaparica, continua cercada de entraves técnicos, ambientais e burocráticos, ainda em fases preliminares e sem avanço real de obra física… um projeto que há décadas é prometido e segue sem sair do papel.
O próprio licenciamento já enfrentou obstáculos, com órgãos apontando falhas que impediram o avanço da implantação.
Outro exemplo emblemático é o VLT do Subúrbio, vendido como solução histórica para a mobilidade em Salvador. O projeto já passou por rescisão de contrato, nova licitação, questionamentos judiciais e mudanças de modelo, acumulando atrasos desde sua concepção. Hoje, apesar de trechos em andamento, a conclusão total ainda está projetada para 2027, fora do horizonte político imediato do atual “governo”.
Ou seja: mesmo com algum avanço físico, está longe de ser uma obra entregue ao eleitor.
E não para por aí. Outras intervenções estruturantes anunciadas, como novas pontes regionais, ampliações logísticas e projetos de mobilidade; seguem no campo das promessas e eventos institucionais. O próprio VLT, por exemplo, ainda depende de etapas longas de execução e integração urbana, com previsão de operação parcial apenas a partir do segundo semestre de 2026.
Na prática, o tempo político não fecha: não há espaço para transformar anúncios em entregas reais antes do início da próxima campanha.
No fim das contas, a comparação se impõe de forma quase automática. De um lado, ACM Neto, que saiu da prefeitura com obras concluídas e legado visível na cidade. Do outro, Jerônimo Rodrigues, que chega ao momento decisivo do seu governo com grandes promessas ainda em andamento… ou sequer iniciadas.
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