
O Consórcio Nordeste, formado por nove estados da região e criado sob influência petista, volta a ser alvo de críticas após novas revelações sobre contratos suspeitos durante a pandemia. Em 2020, o grupo fechou acordo de R$ 48,7 milhões para compra de respiradores que nunca chegaram aos hospitais, caso que até hoje não teve responsáveis punidos.
Agora, deputados federais pedem a reabertura das investigações e acusam o consórcio de servir mais como palanque político para Lula e seus aliados do que como instrumento de gestão eficiente.
Para a oposição, os nordestinos foram enganados duas vezes: pelo dinheiro público jogado fora e pela falta de transparência até hoje.
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