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Durante mais um trecho da deleção premiada do ex-ministro da Fazenda e Casa Civil Antonio Palocci, disse que “houve desonestidade em toda a estrutura do PT e dentre todas suas lideranças”. Em 12 páginas, Palocci descreveu como era feito o “loteamento de cargos na Petrobras e sua utilização pelo governo federal para prática de crimes”.
Na segunda-feira (1º), partes da delação de Palocci tiveram o sigilo quebrado nesta pelo juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato. Moro anotou que não vê “riscos às investigações”. Palocci está preso desde setembro de 2016, quando foi pego na Operação Omertà, desdobramento da Lava Jato. O magistrado condenou em uma primeira ação penal a 12 anos e dois meses de reclusão.
Ainda neste depoimento, o delator informou que o loteamento de cargos tinha como objetivo “arrecadação de recursos para financiamento de campanha”. Palocci contou que “no momento da formação do primeiro governo do PT, havia uma divisão entre dois grupos que propunham diferentes linhas a ser seguidas de acordo com a aliança que se pretendia fazer com os partidos que iriam compor a base do governo”, afirmou Palocci.
Informações do Estadão Conteúdo
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