Diante do acordo que atendeu às reivindicações dos caminhoneiros, — como a redução de 46 centavos no preço do diesel e a garantia da previsibilidade no reajuste dos valores do combustível —, a categoria sinaliza a vontade de voltar às suas atividades, mas é impedida por radicais de outros setores, a exemplo da operação policial que prendeu sete pessoas em uma rodovia em Bacabeira, no Maranhão. “As notícias de hoje são de caminho à normalidade. Mas, o que nós temos agora, e quem tem trazido preocupações, é o uso da violência contra o movimento de caminhoneiros”, alertou o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sergio Etchegoyen, em coletiva nesta quarta-feira (30).
De acordo com ele, os manifestantes infiltrados no movimento de paralisação dos caminhoneiros terão ação coibida pelo Governo do Brasil. “Temos um aproveitamento, uma carona, nesse movimento por aproveitadores que estão ultrapassando todos os limites […] Claro que haverá, e está havendo, não só o emprego da autoridade do Estado, como a responsabilidade criminal em todos os aspectos”, defendeu Etchegoyen.
Na rodovia BR-070, existem três bloqueios totais: saída do Distrito Federal para Goiás, em Minas Gerais e no Ceará. Segundo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Ademir Sobrinho, “nenhum deles é feito por caminhoneiros”. Também foram identificados, de acordo com ele, confrontos em Seropédica (RJ), Barra Mansa (RJ) e em pontos próximos a Rio Branco (AC).
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