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Perder peso até o Carnaval: o que ainda dá tempo de fazer

William Nascimento / Divulgação

Fim do ano chegou e a mente já caminha para o primeiro grande evento de 2026: o Carnaval. Em pleno verão, a data é marcada pelos desfiles das escolas de samba, festas de rua e viagens curtas para quem deseja fugir da agitação. Com a proximidade da folia, cresce também a busca por estratégias rápidas para perder peso. Mas será que ainda dá tempo?

Segundo Marcelo Carneiro, especialista em emagrecimento, cirurgião bariátrico e médico do reality Quilos Mortais Brasil, o tema deveria ser uma preocupação durante todo o ano e ir além da estética. “No Brasil, 68% dos adultos estão acima do peso, e isso é um sinal de alerta, em primeiro lugar, para a saúde”, enfatiza. Ainda assim, para quem deseja dar os primeiros passos e se sentir melhor com o corpo até o Carnaval, o médico afirma que é possível: “Para ter resultados seguros em poucas semanas, o uso prescrito e acompanhado de injetáveis pode ser uma alternativa”.

As canetas emagrecedoras atuam na redução do apetite, aumentam a sensação de saciedade e otimizam a resposta metabólica, favorecendo resultados relativamente rápidos quando comparadas a outras abordagens. De acordo com o Dr. Marcelo, considerando o pouco tempo até o Carnaval, a tirzepatida (conhecida comercialmente como Mounjaro) é uma das opções mais eficazes. “Ela associa a ação dos hormônios GLP-1 e GIP, o que pode intensificar ainda mais o controle do apetite e o gasto energético”, explica.

O médico reforça que apesar da eficiência, o uso do medicamento não é para todos. Pessoas com histórico de pancreatite, alguns tipos de doenças gastrointestinais, distúrbios hormonais, uso de medicações específicas ou mesmo gestantes e lactantes podem não ser elegíveis ao tratamento. “Nem todo organismo está preparado para esse tipo de intervenção. Antes de qualquer prescrição, avaliamos exames, histórico clínico e possíveis contraindicações. A segurança é sempre o primeiro passo”, enfatiza Carneiro.




O especialista alerta, ainda, para o uso indiscriminado do Mounjaro, prática que cresce com a popularização do medicamento nas redes sociais. “Autoprescrição é perigosa. Cada paciente reage de forma diferente às doses, e os efeitos adversos precisam ser monitorados. Quando o protocolo é individualizado, o resultado vem — e vem com segurança”.

Além dos medicamentos, o acompanhamento multidisciplinar faz diferença mesmo no curto prazo. “Ajustes na alimentação, rotina regular de exercícios e suporte psicológico aumentam a constância e ajudam a evitar comportamentos compensatórios que sabotam o processo”, comenta.

A obesidade segue como um dos maiores desafios do país, impactando a saúde pública e ampliando a incidência de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares. Para Carneiro, aproveitar o período pré-Carnaval como marco inicial pode ser uma oportunidade positiva. “A motivação estética pode até ser o gatilho, mas o objetivo precisa ser maior: saúde, bem-estar e continuidade após a festa. Quando o paciente entende isso, a mudança deixa de ser pontual e se torna parte do estilo de vida”.







Sobre Clara

Estudante de Letras, Clara Paixão auxiliou diversos autores conservadores em Recife e Carpina (PE). Amante da Liberdade, Clara entende que são preceitos básicos: direito irrestrito ao projeto de vida do próximo, direito à propriedade privada e livre mercado.

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