
A fachada doce da Cacau Show vem desmoronando a cada novo relato de franqueados e funcionários, que denunciam perseguições, rituais bizarros com luz de velas, cobranças abusivas e até humilhações. O perfil “Doce Amargura” nas redes sociais virou válvula de escape para quem se sentiu enganado pelo que seria o “negócio dos sonhos”.
Enquanto isso, o fundador da marca, Alê Costa, se veste como uma versão brasileira de Willy Wonka e toca a construção de um parque temático de R$ 2 bilhões, deixando para trás um rastro de empresários arruinados, gente doente, endividada e calada pelo medo de retaliações.
As acusações incluem cobranças por taxas sem respaldo contratual, produtos entregues à força com validade vencendo e consultores que mandam franqueado “se benzer” ao invés de oferecer ajuda.
Em vez de apoio a quem perdeu tudo com as enchentes no Sul, a Cacau Show exigiu pagamento por mercadoria destruída. Ex-franqueados relatam que a estrutura virou uma “máquina de quebrar gente”, lucrando com juros, revendas e multas.
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