
Em matéria veiculada no Estadão, petistas e militantes defendem a tese de negociar com o tribunal uma pena mais branda para Lula: de 3 a 5 anos. “Desclassificar o delito de corrupção passiva e considerar que houve tráfico de influência, cuja pena é menor (3 a 5 anos de reclusão). Nesse caso, Lula poderia ficar inelegível, mas não seria preso”, apontaram.
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