Para quem não lembra, 11 parlamentares petistas assinaram uma nota, em 2021, apoiando ações do grupo terrorista Hamas. Naquele ano, os petistas, entre eles atuais ministros do presidente Lula, resolveram soltar uma nota intitulada “Resistência não é terrorismo!”. A ideia era se opor à classificação do Hamas, aquele grupo palestino, como “organização terrorista”. O detalhe é que essa classificação veio do governo britânico.
No documento, os petistas até argumentaram que classificar o Hamas dessa forma era apenas um reflexo da “política colonial britânica”, e que ia contra o que a maioria do povo da Inglaterra pensava sobre a ocupação israelense.
Mas o que realmente chamou atenção foi quando eles afirmaram, em nota, que o objetivo dessa classificação era “atingir a legítima resistência palestina contra a ocupação e o apartheid israelense”. Na visão deles, essa classificação estava sendo parcial e favorável a Israel.
Além do Reino Unido, até os Estados Unidos e a União Europeia consideram o Hamas um grupo terrorista.
Entre os nomes que assinaram essa nota estavam figuras conhecidas como Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação Social, e Alexandre Padilha, das Relações Institucionais.
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