
A segunda-feira começou agitada com a Polícia Federal batendo à porta de Carlos Bolsonaro, conhecido também como Carluxo, no Rio de Janeiro.
A operação, que tem a ver com investigações sobre uma tal de “Abin paralela”, acabou com a apreensão de uma boa quantidade de eletrônicos: estamos falando de três notebooks, 11 computadores e quatro celulares, só pra começar a lista.
E não foi só na casa dele não; até no comitê de campanha do vereador e no seu gabinete na Câmara Municipal a PF fez a limpa, levando mais equipamentos e documentos importantes.
O burburinho todo gira em torno de um pedido de “ajuda” que, segundo a PGR, pode ter sido uma tentativa de obter informações sigilosas ou influenciar investigações da PF. E olha, pelo visto, o ex-diretor da Abin não estava de brincadeira: o tal software First Mile teria sido usado para ficar de olho em mais de mil pessoas.
Enquanto isso, o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus filhos, incluindo Carlos, optaram por um dia de pesca, longe do alvoroço.
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