
A Bahia vive dias de terror sob o comando de Jerônimo Rodrigues (PT), consolidando-se como o estado mais violento do país. Na noite de terça-feira (17), o corpo de um homem com marcas de tiros foi encontrado na Av. Nestor Duarte, em São Caetano. No mesmo dia, um policial militar foi baleado durante um confronto com traficantes na Avenida Suburbana.
A cena de guerra reflete o domínio das facções criminosas, que agem sem resistência em uma Bahia abandonada pelo governo petista.
O policial ferido foi socorrido e recebe atendimento médico, mas os criminosos fugiram para uma área conhecida como “Corre ou Morre”, ilustrando a realidade do estado: uma terra sem lei, onde a bandidagem faz o que quer.
O descaso do governo só fortalece o crime organizado, enquanto a população vive refém da violência diária. Com a polícia acuada e sem respaldo do governo, a criminalidade avança sem freios.
Além disso, o empresário Wilson Lopes Pereira Chaves Neto, desaparecido desde o domingo (16), foi encontrado morto na Avenida Tancredo Neves, em Luís Eduardo Magalhães. Nenhum pertence foi roubado, apenas o carro foi levado e depois abandonado. O caso levanta suspeitas sobre a ação brutal das facções, que se espalham pelo interior do estado com a mesma impunidade que reina na capital.
Com duas décadas de governo petista, a Bahia virou palco de homicídios diários, execuções à luz do dia e policiais sendo atacados por criminosos armados. Jerônimo Rodrigues, o pior governador da história, assiste à destruição do estado sem mover um dedo, permitindo que o crime controle cada vez mais territórios.
A pergunta que fica é: até quando os baianos vão suportar esse pesadelo?
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