Em entrevista ao Jornal Nacional da Rede Globo, o candidato a presidente da República, Ciro Gomes, disse que eleito irá taxar as grandes fortunas do mesmo jeito que Argentina fez nos primeiros meses de governo do socialista Alberto Fernandez.
Na proposta do pedetista “aqueles que tem acima de R$ 20 milhões” irão pagar “R$ 0,50 centavos de cada R$ 100 da sua fortuna para ajudar os mais pobres”.
“Esses poucos controlam muito. É uma questão de modelo. Isso não vai fazer fuga de capitais porque será moderado. Cada “super rico” paga a vida de 821 brasileiros mais pobres.”
A medida causou uma fuga de capitais histórica na Argentina que levou o país vizinho a encarar a pior crise econômica da sua história. Outros vinte países já criaram o imposto sobre grandes fortunas e desistiram assim que constataram seus inúmeros defeitos. Foram casos da Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Grécia, Índia, Islândia, Itália e Tailândia.
Além da fuga de capitais, taxar grandes fortunas tira confiança dos grandes investidores estrangeiros que pensam em investir no Brasil pois enche de incertezas sobre o avanço do Estado no patrimônio das pessoas, sejam elas ricas ou não.

Além de fuga de capitais e incertezas na economia do país tem a dupla tributação, pois todo patrimônio declarado já foi tributado anteriormente.
O único país da América do Sul que beneficiou-se da taxação das grandes fortunas foi o Uruguai quem abriu as portas aos milionários argentinos.
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