Na Argentina socialista de Alberto Fernandez e Cristina Kirchner o pagador de impostos sofre como nunca. A leve reforma tributária do ex-presidente Maurício Macri em 2017 foi totalmente revogada pelo atual presidente. Com o apoio de uma maioria de parlamentares socialistas que não passam de militantes travestidos de agentes políticos, o Governo “tratorou” a oposição.
A dimensão do Estado argentino prejudica empresários e condena o país vizinho a um isolamento mundial sem limites com gastos acima do teto, obras públicas sobre faturadas e sem reservas sequer para pagar as dívidas junto ao Fundo Monetário Internacional.
O imposto à riqueza idealizado por setores de extrema-esquerda comandados por Cristina Kirchner é o exemplo mais claro do objetivo do Executivo: transformar o país que séculos atrás estava entre os países mais prósperos do mundo em um inferno comunista “a la Cuba”. A perseguição aos empreendedores mais sucedidos do país provocou fuga de empresários à vizinha Uruguai de Lacalle Pou. Segundo a lei, ganhos anuais que excedam U$S 50 milhões estão obrigados a pagar taxas progressivas que vão de 25% a 35%.

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