
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, mudou completamente o tom após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos e deixou claro que entendeu o recado de Donald Trump: não há blefe, nem espaço para desafio.
Em carta enviada ao governo americano e repercutida em redes sociais, Delcy passou a falar em “paz, não guerra” e acenou com cooperação internacional, numa guinada que simboliza o colapso da arrogância chavista após anos de enfrentamento retórico e repressão interna.
Nos bastidores, a avaliação é direta: Delcy sabe que, se insistir em desafiar Washington, pode acabar detida como Maduro. A prisão do líder chavista desmontou o núcleo da narcoditadura, rompeu o pacto de impunidade do regime e encerrou um ciclo de medo que levou mais de 7 milhões de venezuelanos ao exílio, segundo dados da ONU.
Com a cúpula acuada e sob pressão internacional, cresce a expectativa por uma transição real, eleições livres e o fim definitivo do regime que transformou a Venezuela em refém do narcotráfico e da miséria.
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