De acordo com Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados e sócio do LeeToledo PLLC, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, o primeiro passo é procurar um advogado de imigração e ter uma conversa franca e detalhada. “Faça perguntas sobre todos os procedimentos. Questione as etapas, veja se ele sabe como é feita a timeline. Essa relação precisa ser composta por afinidade e segurança”, sugere.
Toledo explica que o profissional tem que mostrar conhecimento técnico e experiência para fazer uma correta representação. Ele cita que em muitos casos, algumas consultorias induzem o cliente ao erro quando se referem ao EB2-NIW como sendo uma única coisa. “É preciso separar as nomenclaturas, porque o EB2 tem uma finalidade e NIW outra, inclusive com regulamentações diferentes. Outro ponto importante que envolve essa modalidade é que não se trata de visto, como aqueles que são estampados no passaporte. Trata-se apenas de mais um meio que leva a conquistar o Green Card”, explica.

Toledo reforça que a forma com que cada profissional vai conduzir o caso deve variar conforme a situação do cliente. “Se a pessoa é casada, a estratégia será uma; se é solteira, outra; ou, ainda, se tem filhos também muda bastante”, conta.
Ele reforça que, ao escolher um advogado de imigração, também é preciso ter certeza de que esse profissional entende as limitações e possibilidades de quem quer imigrar e consegue descrevê-las bem no processo.
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