
No primeiro dia do Festival da Virada Salvador, o prefeito Bruno Reis fez um balanço direto do evento sem poupar às “críticas sem fundamento, maldosas e fake-news” espalhadas por pessoas de esquerda, algo que, segundo ele, já virou rotina. Bruno destacou a dimensão do festival, que chega à 11ª edição, reúne sete dias de programação com grandes atrações de todos os ritmos e coloca Salvador em evidência nacional e internacional. “Não tem uma que reúna, nesses próximos cinco dias, grandes atrações do Brasil como a gente faz aqui”, disse, lembrando que a exposição gerada nas TVs, rádios, jornais e redes sociais seria impossível de comprar com publicidade paga.
Para o prefeito, cada edição fortalece a imagem da cidade e desperta em quem visita o desejo de voltar, ao ver uma capital “bem cuidada, com zeladoria funcionando, monumentos recuperados e a gastronomia pulsando”.
Bruno Reis também trouxe números para rebater questionamentos sobre gastos públicos e cachês. Segundo ele, o festival “movimenta cerca de R$ 591 milhões na economia, gera mais de 5 mil empregos diretos e conta com forte participação de patrocínios privados, que praticamente cobrem os cachês das atrações. No final do dia, um evento como esse se torna investimento. A prefeitura arrecada mais do que gasta”, afirmou.
Dados já divulgados por diversos meios de comunicação mostram que a ocupação hoteleira em Salvador costuma chegar perto de 100% nesse período, com bares, restaurantes e comércio aquecidos.
Para o prefeito, depois de um ano difícil para muita gente, o Festival da Virada cumpre também um papel simbólico: “As pessoas estão tendo um momento de alegria para fechar um ciclo e iniciar um novo, com fé em Deus, acreditando que o próximo ano será melhor”.
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