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Enquanto Lula amplia o tamanho do Estado e sufoca o brasileiro com impostos, a Argentina de Javier Milei vai na direção oposta e começa a colher resultados. O ministro Federico Sturzenegger anunciou novos pacotes de cortes que envolvem a reestruturação de agências públicas e a limpeza de milhares de decretos ultrapassados.
Segundo ele, a meta é reduzir a burocracia, cortar despesas inúteis e devolver liberdade econômica à população.
“Cada despesa que o Estado economiza é um imposto a menos que as pessoas pagam”.
A estratégia já mostra efeitos práticos: o atual governo argentino reduziu gastos públicos em cinco pontos do PIB e tirou, segundo Sturzenegger, “dez milhões de pessoas da pobreza”. A reforma inclui ainda a centralização de cobranças feitas por agências descentralizadas criadas pelos peronistas, combatendo privilégios e fontes de corrupção.
Para o ministro, quanto mais profunda for a redução do Estado, menor será a carga de impostos sobre a população.
No cenário econômico, a Argentina finalmente começa a respirar: inflação em queda, estabilidade nas contas públicas e esperança renovada para milhões que passaram décadas afundados em crise.
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