
A mais recente pesquisa do PoderData mostra um cenário devastador para Lula às vésperas do ano eleitoral: 57% dos brasileiros desaprovam o governo, contra apenas 34% de aprovação. Em termos práticos, isso significa que 6 em cada 10 eleitores rejeitam Lula, um índice que expõe não só desgaste político, mas também um sentimento crescente de frustração, vergonha e arrependimento entre quem apostou no petista em 2022.
O dado é nacional, recorrente e consistente, confirmado por levantamentos sucessivos do instituto.
O recado das ruas é claro: pelo menos metade dos eleitores que votaram em Lula hoje se dizem arrependidos, segundo cruzamentos da própria pesquisa e análises de tendência eleitoral. A maioria afirma que o país piorou, que as promessas não foram cumpridas e que o governo se perdeu em crises políticas, escândalos e disputas internas.
A rejeição cresce justamente entre eleitores que antes se diziam neutros ou moderados, sinalizando que o desgaste vai além da polarização tradicional.
Na Bahia, esse cenário cai como uma bomba sobre Jerônimo Rodrigues, considerado por ampla parcela do eleitorado o pior governador da história. Dependente politicamente de Lula, Jerônimo vê sua reeleição ameaçada pela rejeição nacional ao petismo e pelo colapso de credibilidade do governo federal.
Soma-se a isso o desgaste provocado pelos escândalos envolvendo Jaques Wagner e Rui Costa no caso Banco Master, o que leva lideranças políticas a avaliarem que o PT pode, inclusive, ficar sem eleger senadores.
O Brasil, e Bahia, não aguenta mais quatro anos de Lula, Jerônimo e o PT.
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