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Rejeição nas ruas, vaias e insultos expõem fragilidade do pior governador da história da Bahia, Jerônimo Rodrigues

Divulgação

Jerônimo Rodrigues levou um banho de realidade no Carnaval de Salvador. Ao atravessar a Barra cercado por seguranças, o petista foi recebido com vaias e saiu visivelmente incomodado. A cena desmonta a narrativa da aprovação de 61% divulgada recentemente pela pesquisa Quaest/Genial.

Se os números são tão favoráveis, por que a reação popular foi tão negativa? A repercussão foi instantânea: nas redes sociais, vídeos do momento já somam quase 4 milhões de visualizações e seguem sendo compartilhados por lideranças do interior do estado.




A frustração com Jerônimo não parou por aí. Conhecido por seus discursos sobre identidade e resistência, o governador simplesmente ignorou dois dos maiores ícones da cultura afro da Bahia no Carnaval. Na sexta-feira, deixou o Olodum de lado para viajar ao interior. No sábado, mesmo estando em Salvador, não apareceu na saída do Ilê Aiyê. A ausência não passou despercebida, e aliados não esconderam o incômodo. Afinal, para quem gosta tanto de falar sobre representatividade, a incoerência pegou mal.

A verdade é que o governador enfrenta um cenário cada vez mais difícil. O desgaste político cresce, e as vaias nas ruas de Salvador refletem a insatisfação popular com a sua gestão.




Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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