
A mais recente pesquisa Genial/Quaest trouxe um dado revelador: a rejeição ao ex-presidiário Lula (PT) na Bahia disparou de 21% em dezembro para 51% agora. Esse número é ainda mais simbólico porque a Bahia sempre foi um dos principais redutos eleitorais do petismo. Em paralelo, a aprovação ao governo federal caiu de 44% para 30% no estado governado por Jerônimo Rodrigues (PT), o que escancara o desgaste da marca petista.
Na Bahia, a crise do PT tem reflexos diretos no governo de Jerônimo Rodrigues, que amarga índices de reprovação altíssimos. Considerado o pior governador da história do estado, Jerônimo não consegue esconder a ineficiência de sua gestão, marcada por insegurança, desemprego e um colapso nos serviços públicos. A população, que já vive há duas décadas sob o domínio petista, percebe que nada mudou e que a Bahia segue estagnada.
A tendência de rejeição ao PT só cresce e a eleição de 2026 se desenha como um divisor de águas. Se antes Lula e seus aliados podiam contar com a fidelidade do eleitorado nordestino, agora a insatisfação popular deixa claro que o ciclo petista tem data para acabar.
Diante desse cenário, a pergunta que fica é: até quando o PT conseguirá sustentar a narrativa de que ainda tem apoio popular? A verdade é que os baianos já deram seu recado e, se as pesquisas continuarem nessa tendência, a hegemonia petista pode estar com os dias contados.
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