As vagas no Superior Tribunal de Justiça (STJ) sempre são objeto de muita disputa e especulação. Recentemente, com a abertura de três novas vagas, houve uma expectativa grande sobre quem seriam os escolhidos. E nesse tabuleiro do xadrez judiciário, os baianos pareciam estar em uma posição favorável para ocupar esses espaços.
Agora, o que tem a ver a nova fase da Operação Faroeste com tudo isso? Muitos juristas da Bahia acreditam que ela foi o fator decisivo para que os candidatos do estado não tivessem sucesso na disputa. E não é para menos! A Faroeste, que tem feito uma varredura em supostos esquemas de venda de sentenças no Judiciário baiano, ganhou ainda mais holofotes com a recente Operação Patronos.

Os ministros do STJ parecem ter sido alertados sobre essa nova fase. E isso pode ter influenciado, sim, na decisão deles de optar por nomes de outros estados para a lista de concorrentes. O motivo? Alguns desembargadores baianos que estavam no páreo para essas vagas tinham laços bem próximos com colegas que já tinham sido afastados sob suspeitas ou que eram novos alvos da operação.
Será que a próxima fase da Operação Faroeste trará mais surpresas? Sim ou com certeza?
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