A crise dentro do grupo petista na Bahia ganhou mais um capítulo pesado e escancarou um racha que já vinha sendo costurado nos bastidores. O prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), não só confirmou o afastamento da petezada como também subiu o tom: “me chamam de traidor, mas foram eles que traíram”. A fala veio como resposta direta aos ataques de Rui Costa, que chamou o gestor de “gente ruim” e “traidor”.
A movimentação já é tratada como um “novo passo” rumo à possível composição como vice na chapa de ACM Neto em 2026.
Quem acompanha a política baiana sabe que o prefeito de Jequié foi um dos que mais sentiram na prática o peso de três anos de promessas não cumpridas do governo Jerônimo Rodrigues.
E não é um caso isolado. A lista de aliados que já tiveram atritos com o PT só cresce: João Leão, Ângelo Coronel, Marcelo Nilo, Lídice da Mata e até o atual vice-governador Geraldo Júnior já aparecem nos bastidores como nomes que enfrentaram desgaste dentro do grupo.
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