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Ricardo Almeida diz que Reforma do Ensino Médio vai além de questões ideológicas e partidárias e defende novo modelo

Crédito: Lucas Silva/TV Servidor

Defensor pragmático da educação, o vereador Ricardo Almeida (PSC), expôs seu argumento em defesa da nova Reforma do Ensino Médio aprovada pelo Senado e sancionada pelo presidente Michel Temer. Conforme o parlamentar, o novo modelo vai além de questões políticas, ideológicas ou idealistas e partidárias e defende a nova proposta.

Para o vereador, a Reforma do Ensino Médio criou uma série de polêmicas e dividiu opiniões entre professores, educadores, estudiosos e militantes da área de educação e políticos de vários partidos.

“Uma matéria realmente polêmica porque há elementos de esquerda que são contrários a reforma, muitas vezes, por idealismo partidário do que, de fato, pelo que a reforma propõe. Eu acho que a gente tem que deixar de lado, muitas vezes, as questões ideológicas ou idealistas, partidárias, e partirmos para o pragmatismo. Pra mim, isso é muito fácil porque vim da iniciativa privada. Estou no meu primeiro mês de mandato. Então, consigo fazer essa separação entre o calor da emoção e o calor do idealismo e o que, realmente, na prática deve ser aplicado”, defende.

Para reforçar o argumento em defesa da reforma que propõe novo modelo de ensino médio, o vereador citou Marx Weber, considerado o pai da Sociologia, que diz que existe “a política das duas políticas, a política da vocação e a política da responsabilidade”.

“Os fins justificam os meios ou os meios justificam os fins? Nós podemos navegar nas duas políticas, dependendo da situação. As vezes, há um meio que a gente chama de remédio amargo que vai nos levar lá na frente a uma cura, que vai possibilitar a um enfermo a cura. É melhor tomar o remédio amargo ou não? Essa é a reflexão a fazer. Eu penso que sim. O remedio é amargo, doloroso, mas que traz a cura”, explica o vereador sobre a necessidade da reforma na educação do país.

Rafael Santana

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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