José Cruz / Agência Brasil
O escândalo do INSS virou um tapa na cara de milhões de aposentados que já mal conseguem sobreviver com o pouco que recebem. Mais de 4 milhões de brasileiros foram vítimas de descontos fantasmas em suas aposentadorias e pensões, desviando até R$ 6 bilhões para entidades e sindicatos ligados à velha máquina petista que aparelhou o Estado ao longo das últimas décadas.
O próprio presidente do INSS reconheceu o rombo e pediu desculpas, admitindo que o governo permitiu a entrada de entidades “golpistas” no sistema. Mas até agora, só promessas e nada de dinheiro de volta.
A “Operação Sem Desconto”, deflagrada pela Polícia Federal e pela CGU, mostrou que os dados pessoais dos aposentados caíram nas mãos de golpistas que usaram o CPF, nome, telefone e número do benefício para aplicar uma série de fraudes, incluindo seguros, cartões e planos funerários jamais autorizados. Em fevereiro, um hacker denunciou um vazamento com dados de 39 milhões de beneficiários. E em 2022, o próprio INSS já havia sido condenado por vazamento de dados. Mesmo assim, o descondenado petista Lula mantém no comando um sistema vulnerável que não protege nem os idosos.
Enquanto o governo enrola com reembolso e diz que vai “negociar acordos”, mais de 2 milhões de pessoas já pediram reembolso pelo aplicativo “Meu INSS”. Outros 7 milhões sequer sabem que foram lesados, principalmente por não terem acesso à internet. A promessa agora é usar os Correios a partir do dia 30 para tentar alcançar essa gente — isso depois de meses de silêncio. No fundo, o que o governo teme não é o sofrimento dos idosos, mas a “bomba fiscal” de ações na Justiça, que pode custar bilhões aos cofres públicos já estourados por 20 anos de desgoverno do PT.
O caso de Dimas Coimbra, de 71 anos, resume a tragédia: ele teve descontos indevidos de cinco fraudes diferentes: cartão fantasma, empréstimo inventado, plano funerário em Porto Alegre e até um clube no Rio que ele nunca ouviu falar. Como ele, milhares foram assediados por telefonemas de empresas que dizem “atuar junto ao INSS”. Isso é resultado direto de um Estado inchado, aparelhado e incompetente, que não protege os mais frágeis.
Quem paga a conta dessa roubalheira, mais uma vez, é o povo que trabalhou a vida toda.
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