
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, desembarcou em Pequim para fortalecer a parceria com Xi Jinping em meio ao aumento da pressão internacional liderada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo dados divulgados pela alfândega, a China já responde por mais de 30% do comércio exterior russo, enquanto Moscou ampliou fortemente a venda de petróleo, gás e commodities para os chineses desde o início da guerra na Ucrânia.
Analistas internacionais apontam que a Rússia ficou ainda mais dependente economicamente de Pequim após as sanções aplicadas pelo Ocidente, cenário que fortalece Xi Jinping no tabuleiro global e preocupa governos europeus e americanos diante da formação de um eixo cada vez mais alinhado contra a influência dos EUA.
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