
Na Bahia, ao menos 22 carretas de combustíveis das empresas G8Log e Moskal Log, apontadas como fachada para lavagem de dinheiro e vinculadas ao PCC, continuam paradas em um posto de Camaçari desde sexta-feira (29), após uma megaoperação que atingiu um esquema bilionário envolvendo postos, fintechs e o tráfico de combustíveis.
Em Salvador, moradores do bairro Engenho Velho da Federação seguem alarmados com episódios de violência: na noite desta segunda (1º), integrantes do BDM (Bonde do Maluco) invadiram área controlada pelo Comando Vermelho, dispararam tiros e elevaram o clima de tensão.
Embora circulam especulações nas redes sobre vínculos entre o PT e o PCC, não há comprovação recente de tais ligações.
Na época da Lava Jeto, o ex-ministro Antonio Palocci mencionou em delação que o PT teria se beneficiado de esquemas de lavagem ligados ao PCC, mas essas acusações foram amplamente contestadas por falta de provas robustas.
No plano de segurança, a presença do PCC na Bahia se concentra sobretudo em presídios porém não há evidência de controle territorial direto, como ocorre em São Paulo.
A situação evidencia que as facções abastecidas por organização externa (como o PCC) enfrentam resistência territorial dos grupos locais (como BDM e CV), e que o cenário de insegurança na Bahia decorre da incapacidade de Jerônimo Rodrigues de conter essa escalada violenta com presença nacional.
(Com informações do Correio, TV Bahia e Informe Baiano)
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