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“Se tivesse dinheiro, trazia o Samuel Lino”: Rogério Ceni revela limite no orçamento e falta de reforços no Bahia

Letícia Martins/EC Bahia

O Bahia vive um dilema no mercado: sem dinheiro em caixa e com o elenco desequilibrado, o técnico Rogério Ceni desabafou nesta sexta-feira (2), expondo os limites financeiros do clube. “Se tivesse dinheiro, trazia o Samuel Lino”, disparou, deixando claro que a SAF do Grupo City não tem atendido suas demandas.

A principal dor de cabeça segue sendo a ausência de Everaldo, o “Pulga”, que vinha sendo o alicerce do ataque. Sem ele, o setor ofensivo ruiu. “Faz diferença para qualquer time perder o principal jogador ofensivo”, admitiu Ceni, que tem improvisado jogadores como Ademir e Biel sem sucesso.




Segundo levantamento do portal Transfermarkt, o elenco tricolor é apenas o oitavo mais valioso do Brasileirão, bem atrás de concorrentes diretos. A torcida segue cobrando reforços, mas o comandante avisou: “Tem limite de gasto. E a gente já gastou o que tinha que gastar.”

“Futebol não é FIFA nem videogame”, disse Ceni, sinalizando a distância entre planejamento e execução no Bahia.







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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