A recente entrevista do ministro Alexandre de Moraes ao jornal “O Globo” trouxe à tona revelações alarmantes sobre os planos de ataque durante os eventos de 8 de janeiro de 2023, nas palavras do próprio ministro do Supremo. Moraes, que ocupa posições de destaque no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), detalhou três planos preocupantes que iam desde sua prisão até o homicídio, revelando a intensidade do ódio e agressividade dos envolvidos.
Esses planos, segundo ele, não eram surpreendentes, dada a natureza criminosa dos golpistas.

Durante o dia dos ataques, Moraes estava em Paris com sua família, sendo alertado sobre a situação por seu filho. Após ver as imagens da invasão ao Congresso, ele entrou em contato imediato com o ministro da Justiça, Flávio Dino, questionando como os manifestantes conseguiram adentrar a Esplanada dos Ministérios, uma área que deveria estar restrita.
A decisão sobre a intervenção federal ou a aplicação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi discutida com o presidente e Dino, lembrando precedentes anteriores.
Além disso, Moraes expressou sua perplexidade com a inação da Polícia Militar do Distrito Federal durante os ataques, baseando-se em sua experiência como ex-secretário de Segurança Pública em São Paulo e ex-ministro da Justiça. Ele destacou que a situação poderia ter sido controlada rapidamente e enfatizou a importância das prisões do então secretário Anderson Torres e do comandante geral da Polícia Militar, Fábio Augusto Vieira, para prevenir efeitos similares em outros estados.
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