Sem Willian José, Everton Ribeiro, Ademir e Cauly. Por que Rogério Ceni não escalou time titular do Bahia contra o América de Cali?

Letícia Martins/EC Bahia

Depois de dominar o jogo e sair da Arena Fonte Nova com um frustrante 0 a 0 diante do América de Cali, o técnico Rogério Ceni tratou logo de explicar por que escalou um time misto: “Se colocássemos o mesmo time três jogos consecutivos em seis dias, a chance de lesão aumentaria muito”.

Sem Willian José, que ainda se recupera de uma entorse, o Bahia criou, finalizou bastante, mas esbarrou numa defesa retrancada e num árbitro que, segundo Ceni, “não parecia arbitragem uruguaia”.

O resultado deixou tudo em aberto para a volta, que será na Colômbia, terça-feira que vem. Se empatar de novo, vai pros pênaltis.




Ceni também projetou o duelo com o Fortaleza no sábado, fora de casa, pelo Brasileirão. “Agora são dois jogos fora. Temos que vivenciar essa experiência”, disse. O Bahia tem o 3º melhor ataque da Série A, com 23 gols, e segue no G4, mas precisa provar que pode manter o nível fora de casa. Com mais posse e volume, o time deixou escapar a chance de abrir vantagem na Sul-Americana, mesmo com nomes como Everton Ribeiro, Ademir e Cauly no banco. “Todos são titulares”, garantiu o técnico, que aposta na força do elenco pra buscar a vaga na Colômbia.







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

Leia também!

Lauro de Freitas fica em 3º lugar no país em qualificação de servidores

Lauro de Freitas ficou em terceiro lugar no Brasil e em primeiro na Bahia no indicador de qualificação dos servidores municipais do ranking do CLP 2026.