
Diante de uma seleta platéia de artistas, intelectuais e profissionais da arte, da cultura e do audiovisual, o secretário de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), Sérgio Guanabara, ressalta a força e a importância da Economia Criativa nos dias de hoje em Salvador que envolvem diversos segmentos artísticos e culturais, ao citar o exemplo da criação da Fobica por Dodô e Osmar nos anos de 1950.
“Salvador já possuía uma economia criativa muito original, muito antes que o termo tivesse sido inventado ou difundido. A velha Fobica dos amigos Dodô e Osmar, surgida nos anos 50, por exemplo, ao alinhar criatividade e inovação pela transformação do nosso Carnaval e, por consequência, com a implantação da moderna indústria do entretenimento na cidade que conhecemos hoje como Economia Criativa, uma cadeia produtiva surgida a partir do invento de Dodô e Osmar passou a envolver não só a música, mas também a mídia tradicional, as novas mídias, o design, a publicidade, o audiovisual, entre outros domínios, tornando-se ao longo do ano como uma das principais vertentes econômicas e também uma das mais singulares marcas da nossa cidade. Isso é o que nos distingue das demais cidades brasileiras, juntamente, com o imenso e valoroso patrimônio histórico, cultural e artístico, uma marca que, inclusive, conferiu com prestígio internacional a nossa cidade, a nossa querida Salvador reconhecida pela UNESCO com o título de Cidade da Música”, destaca o secretário.
Segundo Guanabara, o oitavo eixo do Programa Salvador 360 mapeia novas oportunidades nos vários segmentos da Economia Criativa, apoiando obras e seus criadores para que consigam transformar em realidade o que não passava de sonho no campo do audiovisual, da fotografia, da gastronomia, feiras, música, moda, entre outros através do Programa Salvador 360 Cidade Criativa.
Mathias Jaimes e Rafael Santana
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