
Durante o Fórum “SOS Bahia”, o senador Sérgio Moro não economizou nas críticas ao PT e ao desgoverno que tomou conta da segurança pública no Brasil e, especialmente, na Bahia. Ao relembrar os feitos da Lava Jato, Moro destacou que “a Petrobras foi roubada e recuperou R$ 6 bilhões”, apontando o PT como protagonista do maior esquema de corrupção da história do país.
O senador comparou com os escândalos atuais envolvendo o INSS, onde aposentados, inválidos, viúvas e órfãos foram lesados.
“Na época da Lava Jato, esse pessoal não teria coragem de fazer isso, porque quem roubava estava indo pra prisão.”
O senador foi além, ao responsabilizar diretamente o ambiente político criado pelo ex-presidiário Lula pelo avanço da criminalidade e da impunidade. “Hoje, no governo Lula, o ambiente é totalmente diferente. A roubalheira voltou. Falta lei e ordem no país.”
Para Moro, a leniência com o crime começa em Brasília e se espalha pelos estados comandados pelo PT, como a Bahia, onde a população vive refém do medo. “O peixe apodrece pela cabeça”, resumiu, ao comentar a absolvição de um piloto pego com 400 kg de cocaína.
Com base em dados oficiais, Moro destacou que a Bahia registrou 6.616 assassinatos em 2023, superando até mesmo o Rio de Janeiro em números absolutos. “A Bahia é hoje o estado com maior número de assassinatos no país”, alertou. E criticou duramente a omissão de Jerônimo Rodrigues, apontado como o pior governador da história da Bahia.
Segundo Moro, tanto o governo estadual quanto o federal são “frouxos no combate à criminalidade”. Para ele, o cenário é resultado direto da falta de uma política séria de segurança pública, algo que o PT jamais conseguiu construir.
Por isso, o senador defendeu o nome de ACM Neto como esperança real de mudança para 2026, destacando também o exemplo de Goiás, governado por Ronaldo Caiado. “Lá, a criminalidade foi enfrentada com seriedade, coragem e pulso firme.”
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